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Um estudo canadense publicado recentemente na revista Nature, analisou o DNA de mais de 17.000 famílias, visando elucidação da patogenia do autismo.  Nesse estudo foram identificadas pequenas alterações no DNA, apelidadas pelos cientistas de “rugas genéticas” que podem explicar porque algumas crianças apresentem o transtorno do espectro autista.  Essas rugas são repetições sequenciais de algumas letras que compõem a molécula de DNA humana chamadas repetições em tandem. Por exemplo, repetições de 2 a 20 letras se ampliam e ocorrem por aproximadamente 40 vezes. Essas regiões ampliadas compõem os chamados sítios frágeis citogenéticos, que predispõem à quebra da molécula de DNA podendo

A discussão do determinismo genético é delicada na atual conjuntura de desigualdade social gerando hostilidade para com imigrantes e instigando o racismo militante. No livro “Blueprint – como o DNA nos torna quem somos”, o geneticista comportamental Robert Plomin comenta com uma pitada de racismo científico que o DNA não é tudo o que importa, mas é mais importante do que tudo o mais combinado. Ele argumenta que o DNA herdado de nossos pais no momento da concepção pode prever nossas forças e fraquezas. Plomin relata que a genética é responsável por cinquenta por cento das diferenças psicológicas - não apenas saúde

Em uma revisão que explorou os desafios e oportunidades das CTCs (Células Tumorais Circulantes) no câncer em 2010, o termo "biópsia líquida" foi cunhado pela primeira vez por Catherine Alix-Panabières (foto) e Klaus Pantel. A Dra.  Alix-Panabières é pesquisadora do Hospital Universitário de Montpellier onde dirige o Laboratório de Células Circulantes Raras Humanas e também é professora na Universidade de Montpellier. Embora a biópsia líquida tenha sido inicialmente usada apenas para definir CTCs, o termo foi rapidamente expandido para incluir outro biomarcador circulante – o DNA tumoral circulante (ctDNA). Apesar dessa inclusão tardia, a presença de ácidos nucleicos livres de células